domingo, 26 de fevereiro de 2012
Em breve...
Esta semana vamos começar com nossas atividades, e o resultado de algumas será postado aqui no blog... ;)
Aulas de Literatura
Olá alunos.... está postagem de hoje é para falar dos livros que serão utilizados no 1º bimestre nas aulas de literatura. Segue abaixo a listagem dos livros e sua respectiva turma. ;)
6º ano - Vendo Poesia, de Leo Cunha
Com muito humor e habilidade verbal, Leo Cunha nos convida a ler e ver poesia com outros olhos. Vendo poesia traz uma coletânea de 29 poemas que diluem os limites entre poesia e artes visuais. Há poema em forma de lua, de anúncio, de diálogo e de história em quadrinhos. Após essa experiência, você nunca enxergará a poesia da mesma forma!
7º e 8º ano - O Amor que o Sol proibiu, de Alberto Beuttenmüller
Olho-de-Pedra seria condenado à morte, pois ousou levantar os olhos para Estrela Radiante, a princesa do império inca. Ele só escapa da morte por causa da bondade daquela linda criatura. O amor que sentia por ela era pleno e só crescia, transformando-se em sofrimento quando sua amada se apaixona pelo general plebeu Ollanta. Olho-de-Pedra consegue prender seu rival, mas ganha o desprezo do povo. Será que ele acaba conseguindo o amor de Estrela Radiante?
9º ano - O Alienista, de Machado de Assis
Machado de Assis, um dos maiores autores da nossa língua, escreveu contos a vida toda, revelando-se um mestre também na narrativa curta.
Há mesmo quem considere que foi como contista que ele produziu suas verdadeiras obras-primas, num texto marcado pela simplicidade e pela clareza.
Estão presentes no contista, assim como no romancista genial, as virtudes do grande narrador, irônico e sutil, corrosivo e anti-retórico, que busca desnudar a alma humana e indagar o sentido da vida.
1º ano do E.M - Dom Casmurro, de Machado de Assis
Publicado em 1900, Dom Casmurro é considerado um dos grandes romances da literatura brasileira. Machado de Assis (1839-1908) retratou a cidade do Rio de Janeiro durante a segunda metade do século XIX e criou o personagem Bentinho que, diante de seu gosto pelo isolamento, também era conhecido como Dom Casmurro.
Órfão de pai e protegido do mundo pelo círculo doméstico e familiar, o narrador-personagem possuía uma vizinha desde sua infância, Capitu, com quem veio a se casar. Quando chega aos seus 54 anos, o atormentado Bentinho decide escrever a história da sua vida, envolta por uma eterna controvérsia quanto a possível traição de sua esposa.
2º ano do E.M - Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco
Este livro foi publicado originalmente em 1862, pertencendo à segunda geração do Romantismo na literatura portuguesa. Principal representante dessa fase, Camilo Castelo Branco produziu uma vasta obra literária.
Tal período também ficou conhecido como ultra-romântico em razão do subjetivismo, do emocionalismo e do pessimismo que os autores imprimiam aos seus textos.
A essa altura livres dos postulados neoclássicos, eles exerciam com vigor o ideal estético romântico que defendia a liberdade de criação.
3º ano do E.M - Felicidade Clandestina, de Clarice Lispector
Este livro nasceu de um convite feito a Clarice Lispector, em 1967, para escrever semanalmente no Jornal do Brasil. Seriam crônicas, mas ela mesma declarou: “Vamos falar a verdade: isto aqui não é crônica coisa nenhuma. Isto é apenas. Não entra em gêneros. Gêneros não me interessam mais.”
No entanto, a obra é considerada como livro de contos. Além dos publicados no Jornal do Brasil, acrescentaram-se outros escritos em épocas diversas da vida da autora. Neles há muito de autobiográfico: recordações da infância (a filha do livreiro de “Felicidade Clandestina” existiu; o professor de “Desastres de Sofia” percebeu o tesouro da futura escritora.).
Escritas em primeira pessoa, neste que poderia ser considerado um dos livros de cunho mais autobiográfico da autora, as narrativas resgatam, de uma perspectiva memorialista da mulher adulta, a arguta ingenuidade de seus pensamentos e sentimentos aos oito e nove anos de idade, quando moradora da cidade do Recife, por cujas ruas perambulava, aos saltos, enchendo-as da memória da sua passagem. Esse material, buscado a uma época tenra de sua história pessoal, é utilizado para suas reflexões sobre a vida, a atividade literária e o exercício de um feminismo místico que se torna a marca de seu estilo.
Esta obra reúne 25 contos que tematizam a adolescência, a infância, e a família, sem deixar, em momento algum de se referir as angústias da alma, tal como é próprio da autora.
6º ano - Vendo Poesia, de Leo Cunha
Com muito humor e habilidade verbal, Leo Cunha nos convida a ler e ver poesia com outros olhos. Vendo poesia traz uma coletânea de 29 poemas que diluem os limites entre poesia e artes visuais. Há poema em forma de lua, de anúncio, de diálogo e de história em quadrinhos. Após essa experiência, você nunca enxergará a poesia da mesma forma!
7º e 8º ano - O Amor que o Sol proibiu, de Alberto Beuttenmüller
Olho-de-Pedra seria condenado à morte, pois ousou levantar os olhos para Estrela Radiante, a princesa do império inca. Ele só escapa da morte por causa da bondade daquela linda criatura. O amor que sentia por ela era pleno e só crescia, transformando-se em sofrimento quando sua amada se apaixona pelo general plebeu Ollanta. Olho-de-Pedra consegue prender seu rival, mas ganha o desprezo do povo. Será que ele acaba conseguindo o amor de Estrela Radiante?
9º ano - O Alienista, de Machado de Assis
Machado de Assis, um dos maiores autores da nossa língua, escreveu contos a vida toda, revelando-se um mestre também na narrativa curta.
Há mesmo quem considere que foi como contista que ele produziu suas verdadeiras obras-primas, num texto marcado pela simplicidade e pela clareza.
Estão presentes no contista, assim como no romancista genial, as virtudes do grande narrador, irônico e sutil, corrosivo e anti-retórico, que busca desnudar a alma humana e indagar o sentido da vida.
1º ano do E.M - Dom Casmurro, de Machado de Assis
Publicado em 1900, Dom Casmurro é considerado um dos grandes romances da literatura brasileira. Machado de Assis (1839-1908) retratou a cidade do Rio de Janeiro durante a segunda metade do século XIX e criou o personagem Bentinho que, diante de seu gosto pelo isolamento, também era conhecido como Dom Casmurro.
Órfão de pai e protegido do mundo pelo círculo doméstico e familiar, o narrador-personagem possuía uma vizinha desde sua infância, Capitu, com quem veio a se casar. Quando chega aos seus 54 anos, o atormentado Bentinho decide escrever a história da sua vida, envolta por uma eterna controvérsia quanto a possível traição de sua esposa.
2º ano do E.M - Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco
Este livro foi publicado originalmente em 1862, pertencendo à segunda geração do Romantismo na literatura portuguesa. Principal representante dessa fase, Camilo Castelo Branco produziu uma vasta obra literária.
Tal período também ficou conhecido como ultra-romântico em razão do subjetivismo, do emocionalismo e do pessimismo que os autores imprimiam aos seus textos.
A essa altura livres dos postulados neoclássicos, eles exerciam com vigor o ideal estético romântico que defendia a liberdade de criação.
3º ano do E.M - Felicidade Clandestina, de Clarice Lispector
Este livro nasceu de um convite feito a Clarice Lispector, em 1967, para escrever semanalmente no Jornal do Brasil. Seriam crônicas, mas ela mesma declarou: “Vamos falar a verdade: isto aqui não é crônica coisa nenhuma. Isto é apenas. Não entra em gêneros. Gêneros não me interessam mais.”
No entanto, a obra é considerada como livro de contos. Além dos publicados no Jornal do Brasil, acrescentaram-se outros escritos em épocas diversas da vida da autora. Neles há muito de autobiográfico: recordações da infância (a filha do livreiro de “Felicidade Clandestina” existiu; o professor de “Desastres de Sofia” percebeu o tesouro da futura escritora.).
Escritas em primeira pessoa, neste que poderia ser considerado um dos livros de cunho mais autobiográfico da autora, as narrativas resgatam, de uma perspectiva memorialista da mulher adulta, a arguta ingenuidade de seus pensamentos e sentimentos aos oito e nove anos de idade, quando moradora da cidade do Recife, por cujas ruas perambulava, aos saltos, enchendo-as da memória da sua passagem. Esse material, buscado a uma época tenra de sua história pessoal, é utilizado para suas reflexões sobre a vida, a atividade literária e o exercício de um feminismo místico que se torna a marca de seu estilo.
Esta obra reúne 25 contos que tematizam a adolescência, a infância, e a família, sem deixar, em momento algum de se referir as angústias da alma, tal como é próprio da autora.
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